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	<title>Arquivos Novidades - Paulo Dioto</title>
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	<title>Arquivos Novidades - Paulo Dioto</title>
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		<title>Qual o seu problema?</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/qual-o-seu-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 11:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você acredita que essa é uma pergunta fácil de responder, se para você for, parabéns, significa que você sabe também o como resolver os problemas que surgem na sua vida e apesar de soar um pouco estranho, as pessoas de um modo geral, não sabe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você acredita que essa é uma pergunta fácil de responder, se para você for, parabéns, significa que você sabe também o como resolver os problemas que surgem na sua vida e apesar de soar um pouco estranho, as pessoas de um modo geral, não sabe sequer qual é o problema que elas têm, quanto mais o como resolvê-los.</p>
<p>Há algum tempo, atendi uma senhora, que estava muito depressiva e em nossa primeira conversa, eu lhe perguntei: O que a traz aqui, qual é o seu problema, eu só fiz essa pergunta o resto da sessão, ela passou a me contar todos os seus problemas e eram tantos problemas que ela nem sabia direito por onde começar e foi relatando, até acabar o tempo, na próxima sessão, dei espaço para que ela falasse ainda mais, depois de um tempo apenas ouvindo, eu disse: Entendi, mas, eu gostaria que a senhora pensasse e respondesse novamente, O que a trouxe aqui? Ela respondeu rapidamente, estou me sentindo muito mal e deprimida, nada esta bom, só tenho vontade de chorar, e eu pude perceber desde a primeira sessão, este estado depressivo, ok, disse a ela e refiz a pergunta. Qual é realmente o problema da senhora? Ela pensou por alguns instantes e me respondeu, são esses que estou lhe falando.</p>
<p>Deixei a sala em silêncio por alguns instantes e comecei a lhe explicar, que eu havia percebido que ela estava num estado depressivo, que ainda não havia se tornado uma depressão, que havia percebido seu estado abalado, por falta de uma noite tranquila de sono, uma irritabilidade, entre outros sintomas e expliquei o motivo pelo qual havia perguntado várias vezes qual era o seu problema e nesse momento ela se manifestou e disse: Percebi mesmo que eu já tinha falado um monte de problemas que eu tenho e você voltava e me questionar a respeito deles, eu a interrompi e disse: À respeito “deles” não, eu perguntei a respeito dos seus problemas, quais são?</p>
<p>Esses que eu respondi são um pouco dos meus problemas, ela tornou a insistir. E mais uma vez e lhe disse: Não minha senhora, a senhora ainda não respondeu a minha pergunta, a senhora respondeu sobre o problema de sua vizinha, do seu marido, do seu filho, seu neto, enfim, eu já conheço o problema de todos, menos qual é realmente o problema da senhora, perguntei: Existe alguma parte do seu corpo que esta doendo? Alguma necessidade material? Ou algum outro problema relacionado à senhora especificamente?</p>
<p>Ela parou, tomou uma respiração um pouco mais profunda, encostou-se à poltrona e ficou em silêncio por um tempo, pude perceber que ela estava refletindo sobre o que eu havia dito.</p>
<p>Depois de um tempo, o semblante dela havia mudado, ela olhou para mim e disse: Sabe que eu não consigo achar um problema sequer em minha vida, realmente eu estou me destruindo por problemas que não são meus, Graças a Deus, eu tenho um ótimo marido, uma vida muito boa, filhos maravilhosos, três netos, eu consegui tudo o que eu queria e ainda não parei de trabalhar, nossa que estranho, estou reclamando do que? Aí, nós encerramos nossa sessão.</p>
<p>Quando ela voltou na semana seguinte, chegou maquiada, com um sorriso nos lábios, com uma aparência muito suave, como alguém que tirou algumas toneladas dos ombros e me disse que havia dormido bem todas as noites desde a nossa última conversa, que ela refletiu muito sobre o que havíamos falado, e o quanto isso é perigoso, ela estava num processo depressivo, sem ter problema e daquela forma ela não estava conseguindo ajudar ninguém e que aquela semana estava tudo diferente, tudo mais bonito e leve. Que bom, disse a ela.</p>
<p>É muito importante ressaltar que ela não estava em depressão, que ela realmente não tinha um problema serio em sua vida, por esse motivo o resultado foi rápido, o objetivo dessas linhas é exatamente esse, fazer com que você faça contato com o seu real problema e perceba se ele é seu e se for como você pode resolvê-lo, essa é a razão da pergunta inicial. Qual é o seu Problema? Saiba que a solução de qualquer problema, está no próprio problema e não na solução do mesmo. Pense nisso!!!</p>
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		<title>Foco</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/foco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 11:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é uma palavra pequena, não precisamos nem abrir muito a boca para pronunciá-la, fazemos até um biquinho ao falar e está cada vez mais comum ouvirmos, diria até que está na moda, porém, você sabe realmente o que significa? Se eu perguntar agora qual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma palavra pequena, não precisamos nem abrir muito a boca para pronunciá-la, fazemos até um biquinho ao falar e está cada vez mais comum ouvirmos, diria até que está na moda, porém, você sabe realmente o que significa? Se eu perguntar agora qual é o seu foco nesse momento? O que você me responderia?</p>
<p>Se você tem essa resposta, fique feliz, pois, a grande maioria das pessoas, perde o foco apenas em pensar, qual seria a resposta mais adequada a essa pergunta.</p>
<p>Estamos vivendo na era da informação, da automação, da velocidade, “tudo deve ser para ontem”, já foi, agora “tudo deve ser para semana passada”, estamos sempre perdendo a hora, sempre correndo, o pior é que nem sempre sabemos para onde, as vezes, uso exemplo do cachorro, que corre atrás do próprio rabo, é difícil de pegar e quando consegue e morde, sente toda a dor e se fosse possível perguntar ao cachorro o por que ele está correndo, ele provavelmente diria, não sei. E você sabe o porquê corre tanto?</p>
<p>O mundo está muito rápido e sabe onde instalamos uma armadilha, nem percebemos e acabamos caindo nela, preste atenção, imagine que conseguimos receber mil informações por segundo, normalmente reagimos a essas informações tentando dar atenção a todas as informações que nos chegam e quanto mais informações nós recebemos, mais difícil fica para prestarmos atenção adequada e com isso, nos fragmentamos em mil, para dar a atenção e por “FOCO” em cada uma dessas informações, porém, se você se divide em mil, qual é a força, a atenção e o foco, que um milésimo seu tem? A resposta é quase nada, para não dizer nenhuma.</p>
<p>Se você começar a prestar atenção a sua volta, perceberá que se não todas as pessoas, uma grande parte delas estão operando no automático, literalmente como um robô, se você não perceber, cuidado, pode ser que você esteja operando no automático também, passando pela semana exatamente como uma maquina, reagindo as situações automaticamente, sem pensar no por que das coisas, é impressionante perceber o como as pessoas estão perdendo a capacidade de pensar. Vitor Hugo, disse: “A água que não corre forma um pântano; A mente que não pensa, forma um tolo”.</p>
<p>O que podemos fazer para não armarmos essas armadilhas e pior ainda, não cairmos nelas? Uma das alternativas é ficarmos cientes de que, quanto mais fragmentados estivermos, mais frágeis e vulneráveis estaremos, sendo assim, a dica é concentre-se ao máximo em você, se fechando em sua totalidade, absorvendo e focando em uma coisa de cada vez, essa é uma tarefa mais fácil de dizer do que realmente fazer, porém, sem medo de errar, sabe qual é o maior sabotador que você irá enfrentar? Você mesmo, por mais estranho que possa parecer, nós somos os nossos maiores sabotadores, usamos de artimanhas, desculpas e justificativas para nos consolarmos em relação ao não comprometimento para atingir os nossos objetivos e procuramos ao máximo minimizar as nossas frustrações e quanto mais baixa for a sua resistência às frustrações, maior será o seu sabotador, e mais apaixonado pelas desculpas.</p>
<p>Aqui estão colocadas apenas algumas ideias para que você exercite o dom de pensar, mesmo que ao final de seu pensamento você discorde de tudo o que leu, o objetivo foi alcançado que fazer você pensar e sair pelo menos por alguns instantes do automático.</p>
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		<item>
		<title>Equilíbrio Emocional</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/equilibrio-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 11:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[equilibrio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equilíbrio Emocional &#8211; Quando pensamos na palavra equilíbrio, é bom entender que não se trata de ficar se equilibrando para não cair, semelhante a quem está com a labirintite atacada, por exemplo, que além da tontura, muitas vezes afeta o estômago, dor de cabeça e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Equilíbrio Emocional &#8211; Quando pensamos na palavra equilíbrio, é bom entender que não se trata de ficar se equilibrando para não cair, semelhante a quem está com a <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/labirintite/">labirintite</a> atacada, por exemplo, que além da tontura, muitas vezes afeta o estômago, dor de cabeça e outros órgãos relacionados a esse desequilíbrio.</p>
<h2>Equilíbrio</h2>
<p>O equilíbrio ao qual estou me referindo, trata-se de estar completamente centrado, seguro, sem risco ou medo algum de cair nas armadilhas que o mundo, as pessoas e pior ainda, nós mesmos, armamos e acabamos caindo, nos desequilibrando. É tão rápido que quase não registramos. Enfim, quando percebemos, já foi, estamos lá novamente procurando um culpado. Quando eu me arrisco e digo para a pessoa, que não há culpados, existem apenas responsáveis e nesse caso especifico, apenas um responsável, ela própria.</p>
<h2>Entendimento</h2>
<p>Contudo, até ela entender o que realmente estou dizendo, ela se desequilibra mais um pouco. É visível e acabo fazendo isso conscientemente, tirando a parede onde ela estava escorada. Fatalmente ela quase cai, porém, ao perceber o que estou dizendo, ela nem precisa de ajuda para levantar e voltar a se equilibrar. Impressiona o como essa situação é comum de acontecer, com as pessoas de todos os níveis hierárquicos de uma empresa ou na vida pessoal. Assim sendo, cito empresas, pois o meu contato diário dentro da empresa vai desde o CEO a todos níveis de executivos e gestores.</p>
<p>Além disso, muitos deles não dão a atenção necessária que essa competência merece. Só se atentando, depois de uma gastrite, úlcera, refluxo, insônia. E sendo um pouco mais radical, mas verdadeiro, só vão se atentar depois do enfarto, do câncer.</p>
<p>Por esse motivo, talvez seja importante entender um pouco mais sobre essa competência. Aliás, disse um sábio num momento de inspiração: “Você jamais controlará o que chega até você, mas pode e deve controlar o como reage a essas coisas”.</p>
<h2>Analogia do círculo</h2>
<p>Assim, costumo usar a analogia do círculo, que você poderá fazer agora se assim desejar. Fique em pé, estenda seus braços o máximo que conseguir. Reto, paralelo ao ombro, vire sua mão para baixo, como se fosse desenhar um circulo, com os braços esticados. Apenas abaixe os dedos das mãos em direção ao chão e gire, formando um circulo imaginário, onde você é o ponto central, estando ainda com os braços esticados. Olhe na extremidade da mão direita, gire a cabeça e olhe na extremidade da mão esquerda.</p>
<p>Perceba tudo o que está ao seu alcance neste espaço, é responsabilidade sua, da sua mão para fora, já não lhe pertence, não é sua responsabilidade. É exatamente aí, onde começa o nosso desequilíbrio, quando nos sentimos responsáveis por situações, pessoas, fatos que não nos pertence e ao sentirmos essa responsabilidade. Nos movemos para fora do nosso círculo e perdemos o eixo central. Com isso, fatalmente nos desequilibramos. Se está um pouco confuso de entender, basta ficar um pouco atento no transito, nas empresas, nos lares, em todos os lugares podemos ter um exemplo.</p>
<h2>Por exemplo</h2>
<p>Então, assistindo ao jornal um dia desses, me deparei com a seguinte notícia.</p>
<p>Uma briga de trânsito, com uma mulher e um homem discutindo. A mulher em pé, fora do carro, e o homem sentado em seu carro. Tal discussão foi esquentando. Como sempre, uma pessoa filmando tudo no celular. De repente, num ímpeto, a mulher sai de seu circulo e pula dentro do carro do homem, pelo vidro, para tentar pegar a chave, invitando assim, a fuga do mesmo. Porém, ao perceber que a mulher pulou para dentro de seu carro, ele se assustou e arrancou com o veiculo, arrastando a mulher por dez metros, até ela cair. Além disso, ao perceber a queda da mulher, ele freou bruscamente e veio socorrer a mulher, que quebrou o ombro, além de outras fraturas e escoriações.</p>
<p>Ao serem entrevistados, os dois assumiram uma ação por impulso, completamente desequilibrados e fora de seus círculos. Após esfriar as cabeças e se centrarem novamente, perceberam o que poderia ter acontecido de grave com essa atitude impulsiva e descontrolada, mostrando total desequilíbrio emocional.</p>
<p>Portanto, cabe a cada um a responsabilidade de cuidar com um pouco mais de atenção dessa competência, manter-se equilibrado, num mundo cada vez mais desequilibrado. Esse é um verdadeiro desafio e você pode até perguntar, é fácil? A resposta é não, porém é possível, basta treinar, treinar e treinar. Faça isso e perceberá que não importa a situação, o importante é como você reage a ela.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comunicação: como você torna comum uma ideia</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/comunicacao-como-voce-torna-comum-uma-ideia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 11:34:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que realmente significa a palavra comunicação? Talvez já. É uma palavra derivada do termo latino &#8220;communicare&#8221;, que significa &#8220;partilhar, participar algo, tornar comum&#8221;. Essa informação, é muito fácil de obter em qualquer site de busca, basta ler ou imprimir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que realmente significa a palavra comunicação? Talvez já. É uma palavra derivada do termo latino &#8220;communicare&#8221;, que significa &#8220;partilhar, participar algo, tornar comum&#8221;. Essa informação, é muito fácil de obter em qualquer site de busca, basta ler ou imprimir a resposta e você a terá.</p>
<p>A pergunta é: Você já pensou de que maneira você partilha, participa as pessoas ou torna comum uma ideia? A maioria das pessoas nunca parou para pensar a respeito, elas sabem se comunicar bem, as outras pessoas que não entendem direito o que é dito e fazem tudo ao contrário. Dentro das empresas esse fato é mais comum do que se pensa. E qual é o resultado? Fracasso; Retrabalho; Tempo e Dinheiro perdido, mas, afinal, de quem é a culpa? Essa é outra pergunta que quase sempre fica sem resposta e se gasta ainda mais tempo e dinheiro para tentar achar um culpado e quando não se acha alguém, culpa-se a situação, a empresa, o governo e quem mais passar pela cabeça de que estiver procurando um culpado.</p>
<p>Na realidade, não existe um culpado e sim um responsável pelos resultados e como estamos falando em comunicação. O responsável pela comunicação é o comunicador, sempre que você estiver com a palavra, você é responsável tanto pela comunicação quanto pelos resultados que terá. Por esse motivo, é mais fácil pensar no significado da palavra comunicação, do que pensar de que forma realmente eu transmito o que eu quero.</p>
<p>Durante muito tempo estudando e trabalhando com comunicação, é muito comum perceber as pessoas tratando a comunicação como um problema, “Uma batata quente”, que ao me livrar dela, paro de queimar minha mão, passa para frente, isso não me pertence mais, não é assim mesmo?</p>
<p>Grande engano, quando a comunicação passa por você, o transforma em coautor do resultado final, sendo assim, assuma a sua responsabilidade com a comunicação e acompanhe o resultado até o fim, entenda a comunicação é um bisturi bem afiado, na mão de um especialista em cirurgia plástica, acontece alguns milagres, na mão de um leigo serve apenas para cortar e mais nada, pen se um pouco de que forma você está utilizando a sua comunicação, como um especialista ou como um leigo? Tendo resultados fantásticos que o deixam feliz e realizado ou você anda procurando culpados&#8230;</p>
<p>“VOCÊ NÃO PODE CONTROLAR AS INFORMAÇÕES QUE CHEGAM ATÉ VOCÊ, MAS, VOCÊ PODE CONTROLAR O COMO REAGE A ELAS”</p>
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		<item>
		<title>Quais resultados a negociação pode trazer para a sua vida</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/quais-resultados-a-negociacao-pode-trazer-para-a-sua-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 21:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[negociar]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem vários cursos, treinamentos, workshops e palestras, sobre negociação, negociação e vendas, enfim, se você procurar na internet ou numa livraria encontrará uma infinidade de informações sobre a negociação. O objetivo aqui é fazê-lo perceber onde se inicia a negociação e quais os resultados que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem vários cursos, treinamentos, workshops e palestras, sobre negociação, negociação e vendas, enfim, se você procurar na internet ou numa livraria encontrará uma infinidade de informações sobre a negociação.</p>
<p>O objetivo aqui é fazê-lo perceber onde se inicia a negociação e quais os resultados que ela traz para sua vida, talvez você pense agora, eu não trabalho na área comercial, não sou da área estratégica e não preciso fazer negociações com clientes, eu fico sozinho em uma sala, não preciso negociar com ninguém.</p>
<p>Antes de entrar na origem da negociação, quero que você pense comigo, e reflita um pouco sobre sua vida, você tem algum livro iniciado e não concluído a sua leitura, está parado no mesmo lugar já algum tempo e pensando a respeito, talvez você nem pretenda conclui-lo, pois, a leitura está muito chata e sem sentido algum, o que mais em sua vida, está na mesma situação do livro, coisas iniciadas e não acabadas, pense um pouco, dificilmente esse livro está só, e a semelhança dele com as outras coisas é a chatice, a monotonia, a falta de energia, o trabalho e perda de tempo, que está cada vez mais escasso, para dedicar ao termino dessa tarefa sem sentido algum para você nesse momento.</p>
<p>Pode ser que realmente existam algumas coisas sem sentido no meio de todas estas, porem, com certeza existam coisas importantes em sua vida que estão paradas apenas por serem atividades chatas e sem graça, darei um exemplo pessoal, a retomada ao curso de inglês, em minha vida, ficou parada junto a outras coisas por um bom tempo, até adquirir uma pequena compreensão de como negociar para reativar essas tarefas em minha vida.</p>
<p>Um dia, deparei-me com a seguinte situação, pessoas embaixo de um guarda sol, às doze horas, em seu horário de almoço em frente à empresa, se espremendo em uma pequena mesa para jogar o tão esperado truco, para quem não conhece, trata-se um tradicional jogo de baralho.</p>
<p>começar a chover repentinamente, eles pararão o jogo no meio? A resposta veio muito rápido, é lógico que não, mesmo que tenham que passar a tarde toda parcialmente molhados, eles não interromperão um partida iniciada.</p>
<p>Arrisquei outra pergunta, você acredita que se fosse para desenvolver um projeto, estudar inglês; ou qualquer outra tarefa que não fosse tão prazerosa quanto o truco, e o único lugar para realizar essa tarefa seria a mesma mesa, ali fora, embaixo do guarda sol, com sol ou com chuva, eles iriam ter todo esse esforço, empenho e criatividade? A resposta veio mais rápido, acredito que não, usariam esse desconforto como uma das desculpas para não realizarem o que deveriam, e da forma que deveriam. Por quê? Você sabe a resposta? Agora sim ele levou um tempo para responder, pensou e não chegou a uma conclusão.</p>
<p>Quero deixar claro que são todos trabalhadores, responsáveis e comprometidos com seus trabalhos e que tem todo o direito de em seu horário de almoço, divertir-se com um jogo e eles estão cobertos de razão, a questão aqui é, quem é que manda na negociação e que negociação é essa?</p>
<p>Simples, imagine uma família, o marido, a mulher e um filho de dois anos, quem manda na casa?</p>
<p>Se você for o marido e estiver lendo agora, certamente baterá em seu peito e dirá, eu mando, se você estiver com a sua mulher ao lado lendo, provavelmente vai apenas pensar isso, enquanto ela pensará, coitado em casa mando eu, sinto informa-los, mas na realidade quem manda é a criança, ela manda em sua casa e em sua vida.</p>
<p>Você chega do trabalho, muito cansado, depois de um dia estressante e ao chegar em casa, seu filho não está muito bem, você vai descansar ou leva-lo ao médico? Com certeza o levará ao médico e se for preciso, passará a noite junto dele, e a sua vontade de descansar onde foi?</p>
<p>Estou dizendo tudo isso e dando esses exemplos apenas para chegar ao ponto de dizer que manda em você, é a criança que existe em você e que é movida a fazer as coisas que lhes dão prazer, essa criança interna que todos nós temos, é que move as pessoas a se apertarem numa mesa para jogar truco, é ela que usa a criatividade para nos mover em direção aos nossos objetivos, por esse simples motivo, é que os resultados que estamos obtendo em nossas vidas, estão diretamente ligados as negociações que fazemos com nossas crianças e automaticamente com as crianças das pessoas que nos deparamos no dia-a-dia, eis aí, o início de todas as negociações e resultados obtidos, sendo assim, fica a dica, negocie bem com a sua criança e com as pessoas a sua volta e viva mais feliz e realizado.</p>
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		<title>Realidade: Está no lugar que deseja?</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/realidade-esta-no-lugar-que-deseja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2020 21:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[autoconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[realidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse momento você está realmente fazendo o que você gostaria? Está no lugar que deseja? Trabalhando no que gosta? Ao lado daquele amigo ou da pessoa que você ama? Na realidade existe uma grande chance de que todas essas questões tenham uma única resposta. “Não”. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse momento você está realmente fazendo o que você gostaria? Está no lugar que deseja? Trabalhando no que gosta? Ao lado daquele amigo ou da pessoa que você ama?</p>
<p>Na realidade existe uma grande chance de que todas essas questões tenham uma única resposta. “Não”.</p>
<p>Se essa é a nossa realidade, então, vivemos onde? Vivemos num mundo ilusório, de faz de contas, onde não fazemos e nem agimos da forma que realmente gostaríamos, na realidade, eu gostaria de ter dito isso, ter feito aquilo. Você já deve ter ouvido alguém falando assim, ou você mesmo já se pegou falando assim, se na realidade você gostaria de ter feito algo, por que não o fez?</p>
<p>Essa realmente não é uma pergunta fácil de responder, mesmo por que para respondê-la, você deve entrar em contato com a sua realidade e às vezes não é a realidade que você gostaria que fosse.</p>
<p>Preste atenção e perceba, a maioria das pessoas, vivem num mundo imaginário, em busca de resultados rápidos, de magia para resolver problemas que às vezes levaram alguns anos para se instalar e se tornar um problema, mas, a solução, deve ser instantânea e rápida ou esse encontro com a realidade passa a ser tão desconfortável e o leva novamente ao mundo irreal e de fantasia, nesse mundo, “não existem dores e nem sofrimento”, pelo menos essa a uma percepção errada de quem prefere viver nele ao invés de se enfrentar na realidade, haja vista, a quantidade crescente de usuários de drogas que vão em busca de mundo ilusório para fugir da realidade, o que eles não sabem a principio, é que nesse mundo irreal o sofrimento é bem maior e muitas vezes sem retorno.</p>
<p>Pense um pouco e responda a essa simples pergunta se fosse possível você fazer um pedido e esse pedido fosse atendido. O que você pediria?</p>
<p>A essa pergunta existem várias respostas, dependendo do momento de cada pessoa, essa resposta pode variar muito, porém, uma resposta é comum a todos os seres humanos, todas as pessoas estão em busca da Paz e da Felicidade.</p>
<p>Esses dois sentimentos movem as pessoas numa busca incessante e por incrível que possa parecer, as pessoas vivem fora de suas realidades tentando encontrar com esses sentimentos, “pobres coitados”, não sabem que o primeiro passo para realmente encontrar a Paz e a Felicidade, está no enfrentamento da realidade, seja ela qual for, esse é o único caminho para sentir verdadeiramente, por inteiro esses sentimentos.</p>
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		<title>Autoconhecimento</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/autoconhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 21:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoconhecimento. Grande parte das pessoas, não tem conhecimento do grande poder e potencial que possuem. Talvez, esse seja o motivo de vermos tantas pessoas que vagam pelo mundo como se tivessem um peso amarrado às pernas, se arrastando e se fazendo de vitima, de coitadinho, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoconhecimento. Grande parte das pessoas, não tem conhecimento do grande poder e potencial que possuem. Talvez, esse seja o motivo de vermos tantas pessoas que vagam pelo mundo como se tivessem um peso amarrado às pernas, se arrastando e se fazendo de vitima, de coitadinho, de azarado. Você conhece alguém assim?</p>
<p>Pessoas que passam por um problema e valorizam tanto que chegam a sentir orgulho dessa situação. Parece estranho o que você acabou de ler, mas não é. Algumas pessoas gostam tanto de seus problemas que se apegam a eles, para obter, ou melhor dizendo, esmolar ganhos em suas vidas.</p>
<p>Na maioria das vezes, elas nem se dão conta disso. E se você disser algo nesse sentido, ela vai se magoar com você. Onde já se viu, “eu com esse problemão e você me diz que eu gosto disso”. Você deve estar completamente “maluco”.</p>
<h2>Origem</h2>
<p>Sendo assim, uma das origens dessa vitimização se inicia lá na infância. Pense comigo, quando uma criança está bem, correndo para lá e para cá, pulando no sofá, a mãe diz, pare já com isso!  A criança nem ouve e num determinado momento, ela quebra um enfeite de estimação de mãe. O que a mãe faz com essa criança? Coloca de castigo, tira o vídeo game, bate, entre outras punições. E quando o pai chega, a mãe relata o fato ocorrido e começa tudo novamente, aquele sermão. E sabe aquele brinquedo que a criança estava certa de ganhar? Pode esquecer.</p>
<p>Passam-se duas semanas, essa mesma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crian%C3%A7a">criança</a> acorda com febre e não quer saber de brincar, correr, pular e nem de quebrar nada. O que a mãe faz? A trata com o maior dengo, liga para o pai, que sai do serviço e vem para levá-los ao médico, a criança dá uma tossida e o pai todo atencioso diz: Tadinha, sabe aquele brinquedo que você quer? Assim que você ficar boa, o papai vai comprar para você e tudo mais que a criança quiser. Nesse momento ela vai conseguir. Quem tem filhos sabe bem que é assim mesmo, os pais estão errados? Não, não estão, estão agindo da forma que todos os pais agem.</p>
<h2>O que há de errado?</h2>
<p>Então, o que há de errado? O registro que essa criança está programando em seu cérebro. Quando está tudo bem, eu fico de castigo, não ganho brinquedos, levo bronca, ninguém gosta de mim. Quando estou doentinha, quando sou coitadinha, as pessoas me dão carinho, atenção, presentes e tudo mais o que eu desejar. Qual das duas situações a criança tem mais ganhos? Na coitadinha, na vítima. E quando cresce, continua com esse programa, valorizando cada vez mais os seus problemas.</p>
<p>Pessoas assim, não conseguem fazer contato com o potencial que tem, nem fazem ideia de que é possível obter ganhos com muito mais satisfação e sentimentos bons utilizando desses recursos internos que possuem e quando conseguimos entender que esses ganhos, vem de nossos próprios esforços, que as pessoas ao nosso redor, estão por nosso mérito e reconhecimento de nosso valor e não por dó e piedade, elas nunca mais se vitimizam e buscam cada vez mais esse autoconhecimento, esse controle interno de suas emoções e quanto mais se potencializa esse recursos mais resultados positivos elas obtém em suas vidas, deixando de ser reféns da situações e passando a comandar seu destino e sua vida para ser cada vez mais feliz.</p>
<h2>Pronto</h2>
<p>Pronto, agora você sabe que caminho seguir e quais resultados você espera alcançar, apenas não caia na armadilha de que esse caminho é fácil, não, o caminho mais fácil sempre será a do coitadinho, fica aqui o alerta não se iluda, mesmo treinando muito, as vezes caímos e nos sentimos os mais coitadinhos do mundo, porém entenda, cair as vezes, é bem melhor do que viver e ser um coitado.</p>
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		<title>Como está a sua percepção?</title>
		<link>https://paulodioto.com.br/como-esta-a-sua-percepcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Positiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2020 21:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
		<category><![CDATA[presença]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como está a sua percepção? Antes de iniciar a leitura desse texto, pare e pense quando foi à última vez que você respirou? Foi agora mesmo? Foi nesse segundo que passou? Pode ser essa respiração que você acabou de fazer, essa mesma, você a percebeu. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como está a sua percepção?</p>
<p>Antes de iniciar a leitura desse texto, pare e pense quando foi à última vez que você respirou? Foi agora mesmo? Foi nesse segundo que passou? Pode ser essa respiração que você acabou de fazer, essa mesma, você a percebeu. Deu alguma importância para ela? Mesmo estando distante de você e sem possuir uma bola de cristal, posso adivinhar a sua resposta. Você nem percebeu que acabou de respirar e pode ser que esteja passando pela sua cabeça: mas que bobagem é essa? Por que eu deveria perceber a minha respiração? Ela está ai para me servir, basta eu puxar o ar e pronto. Não é isso mesmo? Faça um teste, fique o tempo que você conseguir sem respirar e perceba o quão importante e vital é a respiração. E mesmo assim, com toda essa importância, não a percebemos.</p>
<p>Se não percebemos algo tão próximo e vital para nossa vida, como anda a nossa percepção em relação às coisas um pouco mais distantes e que a não percepção não nos matará.</p>
<p>Sua percepção em relação a você como ser humano. Você nasceu para que, qual é o propósito de você estar aqui agora e lendo esse texto, como você se percebe em seu ambiente de trabalho, na sua vida pessoal, com seus amigos, com sua família, em relação à natureza, com suas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cren%C3%A7a">crenças</a>.</p>
<p>Sua percepção em relação a outro ser humano, se nos perceber já é difícil, e quando falamos da percepção que temos das outras pessoas, aí sim, você é desafiado o tempo todo, perceber a outra pessoa, perceber a situação, sem julgar, talvez essa seja uma missão apenas para o Mestre, “atire a primeira pedra”.</p>
<h2>Resumindo</h2>
<p>Perceba que se formos aprofundar nesse assunto, iremos muito longe. E esse não é o nosso objetivo. Espero realmente que você tenha parado um pouco enquanto está lendo, para prestar pelo menos um pouquinho mais de atenção em você, na posição que você está agora, como você está se sentindo, como está percebendo o ambiente a sua volta e principalmente naquilo que é vital para você a sua respiração. Sendo assim, convido você a respirar profundamente por três vezes, cada vez mais profundo e percebendo cada vez mais o ar entrando e saindo, oxigenando você. Faça isso agora e perceba o como vai se sentir melhor, mais conectado a você. E lembre-se,  quanto mais você se percebe, mais você percebe as outras pessoas. E quanto mais você perceber as pessoas, mais você se perceberá&#8230;</p>
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